da chegada das caravelas

30
Nov 15

publika husi sapotl às 14:01

24
Nov 15

Actividades comemorativas dos 500 Anos da Interação de Duas Civilizações: Timor-Leste e Portugal e Afirmação da Identidade Timorense

 

 

De 1 de outubro a 27 de novembro
Local: Oe-Cusse Ambeno
- Visita da Estátua de Nossa Senhora do Rosário de Oecusse Ambeno a todas as estações missionárias da Região Administrativa Especial de Oe-Cusse Ambeno
- Crisma

 

De 29 de outubro a 29 de novembro
Local: Fundação Oriente

Data: 29 de outubro
Festival de Cinema de Língua Portuguesa

 

Concertos de piano de Júlio Resende e do Duo YKEDA
Local: Hotel Timor

 

Teatro de Marionetas

Local: Díli e Oe-Cusse Ambeno

 

Data: 29 de novembro
Local: Arquivo e Museu da Resistência Timorense (AMRT)
Lançamento do livro “Timor no Passado”

 

Local: Escola Portuguesa Palaban, Oe-Cusse Ambeno
Sessão de leitura de contos e lendas tradicionais

 

De 1 a 28 de novembro
Exibição de documentários e reportagens na TVTL, a propósito da celebração dos 500 Anos da Interação de Duas Civilizações: Timor-Leste e Portugal

 

De 5 a 15 de novembro
Jogos de fronteira (basquetebol, voleibol, futebol)
Local: Oe-Cusse Ambeno (campo Oebau)

 

De 24 a 28 de novembro
Prova de motocrosse, todo-terreno e corrida de cavalos
Local: Oe-Cusse Ambeno

 

De 10 a 15 de novembro
Batismo
Local: Oe-Cusse Ambeno ( futuras paróquias de Baoknana, Oe-Silo e Passabe)

 

De 16 a 24 de novembro
Cerimónias de Crisma e Casamento
Local: Oe-Cusse Ambeno ( futuras paróquias de Baoknana, Oe-Silo)

 

Cerimónias de Batismo e Crisma
Local: Oe-Cusse Ambeno

Capelas de Sakato, Mahata, Oesono, Cruz, Sta. Rosa, Oecau e estação missionária Oemolo

 

Celebrações matrimoniais
Local: Oe-Cusse Ambeno (paróquia central)

 

Cerimónias de Batismo e Crisma
Local: Oe-Cusse Ambeno (paróquia central)
Capelas de Sikluli, Oetulo, Padimau, Numbei, Masin, Samoro, Palaban, Postu Sica, estação missionária Oelcaem, Quinat, Oelulan e Padiae, em Oecusse (paróquia central)

 

Danças tradicionais
Local: Palco da Feira, Oe-Cusse Ambeno

 

De 16 a 28 de novembro
Local: Campo Palaban, Oe-Cusse Ambeno
Horário: 18h00-24h00
Feira de Artesanato

 

19 de novembro
Debate entre representantes da Igreja Católica de Timor-Leste e Portugal sobre “A importância da Igreja Católica na identidade timorense”
Local: Díli

 

De 24 a 28 de novembro
Local: Arquivo e Museu da Resistência Timorense (Díli) e Escola de Referência de Campo Palaban (Oe-Cusse Ambeno)
Exposição “500 anos de Portugal-Timor”

 

Local: Escola de Referência de Campo Palaban (Oe-Cusse Ambeno)
Feira do Livro

 

Dia 20 de novembro
Local: Centro de Convenções de Díli
Horário: 9h00-12h00
Seminário sobre a evolução da Igreja Católica em Timor-Leste
Oradores: Luis Filipe Tomaz e Frederick Duran

 

Local: Centro de Convenções de Díli
Horário: 14h00-17h00
Seminário sobre o encontro de duas civilizações: Timor-Leste e Portugal
Oradores nacionais e internacionais

 

Dia 24 de novembro
Local: Numbei (Salão Paroquial), Oe-Cusse Ambeno
Horário: 9h00-11h00
Apresentação de estudo sobre a Natureza Histórica

 

Passeio de bicicleta entre Díli e Oe-Cusse Ambeno, com participação de ciclistas indonésios a partir da fronteira de Mota-ain

 

Dia 25 de novembro
Local: Oe-Cusse Ambeno
Caminhada desportiva
Concurso de escrita
Prova de ciclismo

 

Dia 26 de novembro
Local: Oe-Cusse Ambeno
Horário: 9h00-11h00
Intercâmbio entre as comunidades da ilha das Flores, das Molucas e de Oecusse Ambeno

 

Prova de ciclismo
Horário: 8h00

 

Horário: 15h00-17h00
Local: Monumento de Lifau, Oe-Cusse Ambeno
Missa de comemoração dos 500 anos de Interação de Duas Civilizações

 

Dia 27 de novembro
Local: Oe-Cusse Ambeno
Horário: 8h00-12h00
Inauguração do Monumento de Lifau

 

Local: Oe-Cusse Ambeno (Campo Palaban)
Horário: 19h00-22h00
Jantar oficial, oferecido pelo Presidente da República, Taur Matan Ruak


Dia 28 de novembro
Local: Campo Palaban, Oe-Cusse Ambeno
Horário: 10h00-11h00
-Cerimónia do Içar da Bandeira,
-Condecorações entrega de prémios do concurso de nutrição

 

Local: Campo Palaban, Oe-Cusse Ambeno
Horário: 11h00-12h00
Desporto comunitário (Pau de sebo e Tração da corda)

 

Local: Escola de Referência de Oe-Cusse Ambeno
Horário: 12h00-13h00
“Cocktail” para convidados e população

 

Local: Campo Palaban, Oe-Cusse Ambeno
Horário: 14h00-17h30
Desporto comunitário (natação e corrida de barcos)

 

Local: Campo Palaban, Oe-Cusse Ambeno
Horário: 16h30-17h30
Cerimónia do Arriar da Bandeira

 

Local: Campo Palaban, Oe-Cusse Ambeno
Horário: 19h00-24h00
Noite cultural

publika husi sapotl às 15:41

Timor-Leste ohin loron iha populasaun ida ne'ebé mai hosi Portugal hanesan ho populasaun ne'ebé uluk hela iha teritóriu iha tinan 1974 nia rohan, maski ohin loron nia kompozisaun oioin tebes, ho aumentu ida ne'ebé serbisu iha setór privadu.


Foto: António Amaral/EPA

 

Profesór ho asesór sira hosi área oioin (destaka iha ministériu sira, departamentu públiku sira, iha Parlamentu Nasionál no iha Prezidénsia Repúblika ka instituisaun sira seluk Estadu nian) reprezenta parte boot hosi populasaun ida ne'ebé bele iha ema entre 2.000 no 2.500.

 

Iha susar oituan hodi konfirma númeru loloos, maski seksaun konsulár hosi Embaixada Portugal nian iha Díli rejista ona ema portugés na'in 17.154 no na'in 2.265 mai hosi Portugal.

 

Maibé iha ema barak maka sai ona hosi nasaun no la fó baixa iha rejistu konsulár nian no iha mós balun ne'ebé maka hela nafatin iha nasaun no laiha rejistu iha embaixada.

 

Hanesan ezemplu, no kontráriu ho númeru ne'ebé sensu tinan 2010 halo rejista de'it ema portugés na'in 318, seidauk hatene ema hira maka rejistadu ona iha sensu ne'ebé halo iha tinan ne'e.

 

Hahú 1999 maka komunidade portugeza iha Timor-Leste hahú aumenta ho veteranu sira hosi dékada oioin moris nian iha nasaun (hanesan ezemplu Avó Serra ne'ebé hela iha Timór tinan 51 nia laran) ne'ebé agora iha parte daruak hosi rezidente tuan sira: ema portugés na'in haat ka na'in lima ne'ebé moris iha nasaun hahú pelumenus tinan 2000.

 

Iha tinan dahuluk sira hafoin referendu, prezensa portugeza nian hanesan dominadu hosi militár no polísia sira - to'o ona liu 1.100 - ho profesór sira maka forma parte boot daruak hosi grupu ne'e.

 

Ohin loron iha kompozisaun oioin ho emprezáriu sira ne'ebé foun - balun hela iha nasaun ho funsaun sira seluk, inklui halo parte iha forsa sira seguransa nian - no monta negósiu, konstrusaun sivil, serbisu sira no vendedór retallu nian.

 

Funsionáriu sira hosi empreza boot timoroan nian ka hosi projetu luzu-timoroan boot sira, hanesan Serviço Nacional de Cadastro (SNC) ka iha ligasaun ho empreza sira hanesan Ensul, ne'ebé aleinde konstrusaun sivil la'o mós iha tinan hirak ikus ne'e ba supermerkadu "portugés liu" iha Timor-Leste.

 

Iha ema portugés sira ne'ebé to'o iha Timór hosi loke konsesionáriu karreta nian, barak maka partisipa ona iha projetu voluntariadu ka apoia organizasaun la'ós governu nian no sira seluk loke loja sira, padaria sira ka pastelaria sira no balun loke fatin ba okupasaun tempu livre nian. Maski hanesan kolónia antigu ida, prezensa portugeza nian iha Timor-Leste ladún iha númeru boot.

 

Iha 1750, tinan 49 hafoin governadór portugés dahuluk simu knaar sira iha Lifau - tasi-ibun dahuluk ne'ebé maka portugés sira to'o iha illa no hanesan kapitál dahuluk hosi Flores, Timor no Solor - resenseamentu hatete de'it ba ema europeu na'in 15 iha illa, barak liu hanesan misionáriu.

 

Liutiha sékulu rua, resenseamentu tinan 1950 konfirma katak populasaun portugeza to'o ona na'in 568 ho totál ida hosi mestisu na'in 2.022 iha populasaun ida ho totál 442.378.

 

Iha 1973, ema portugés sira ne'ebé mai hosi Portugal - inklui ema sira hosi Forsa Armada no família sira - besik na'in 3.000.

 

Informasaun ikus sira ne'ebé disponivel hatete katak, iha tinan 1974 nia rohan, iha Timor-Leste iha de'it mane portugés na'in 2.500 no feto na'in 500, barak liu maka soldadu sira, kabu sira no sarjentu sira.

 

Iha tempu ne'ebá mós maka Konsellu Ministru sira nian no sekretariadu hosi Movimentu Forsa Armada sira nia nomeia governadór ikus hosi Timór Portugés nian, tenente-koronél Mário Lemos Pires.

 

Iha nia livru, governadór haree katak iha períudu ikus, antes sai hosi illa, iha Timór iha ema portugés na'in 5.000 resin, númeru ida ne'ebé ki'ik duké komunidade portugeza iha Sydney, sidade boot australianu nian.

 

ho Lusa

publika husi sapotl às 15:30

Timor-Leste tem hoje uma população oriunda de Portugal quase tão grande como a que vivia no território no final de 1974, sendo que hoje a sua composição é muito mais diversa, com uma crescente fatia a trabalhar no setor privado.


Foto: António Amaral/EPA

 

Professores e assessores de topo o tipo (destacados em ministérios, departamentos públicos, no Parlamento Nacional e na Presidência da República ou outras instituições do Estado) representam a maior fatia de uma população que poderá rondar entre 2.000 e 2.500 pessoas.

 

Números exatos são difíceis de confirmar, sendo que a secção consular da Embaixada de Portugal em Díli tem registados 17.154 portugueses dos quais 2.265 oriundos de Portugal.

 

Mas se esse número pode pecar por excesso - há muitos que já saíram do país e não deram baixa dos registos consulares - também pode pecar por defeito, porque há muitos a viver no país que continuam sem se registar na embaixada.

 

Note-se, por exemplo, e em contraste com este número que o censo de 2010 só registou 318 portugueses, desconhecendo-se ainda quantos ficaram registados no censo conduzido este ano.

 

Desde 1999 que, como nunca, a comunidade portuguesa em Timor-Leste tem vindo a consolidar-se, com os veteranos de várias décadas de vida no país (o ‘avô’ Serra, por exemplo, está no país há 51 anos) a terem agora uma segunda leva de residentes longevos: quatro ou cinco portugueses que vivem no país desde pelo menos 2000.

 

Logos nos primeiros anos pós-referendo, a presença portuguesa era claramente dominada por militares e polícias - chegaram a ser mais de 1.100 - com professores a formarem o segundo grande grupo.

 

Hoje a composição é muito mais variada com a chegada de novos empresários - alguns que estiveram no país noutras funções, incluindo integrando forças de segurança - e que montaram negócios, de construção civil, serviços ou retalho.

 

Funcionários de grandes empresas timorenses ou de grandes projetos luso-timorenses, como o Serviço Nacional de Cadastro (SNC,) ou ligados a empresas como a Ensul, que além da construção civil enveredou nos últimos anos para as grandes superfícies, com a abertura do supermercado ‘mais português’ de Timor-Leste.

 

Há portugueses que vieram montar um concessionário automóvel, vários que participam em projetos de voluntariado ou apoiam organizações não-governamentais e outros que vieram para abrir lojas, padarias e pastelarias e até espaços para ocupações de tempos livres. Apesar de ser uma colónia antiga, a presença portuguesa em Timor-Leste nunca foi particularmente numerosa.

 

Em 1750, 49 anos depois de o primeiro governador português assumir funções em Lifau - a praia onde primeiro desembarcaram portugueses na ilha e a primeira capital de Flores, Timor e Solor - o recenseamento dava conta de apenas 15 europeus na ilha, maioritariamente missionários.

 

Dois séculos depois, o recenseamento de 1950 confirma que a população portuguesa atingia “568 almas”, com um total de 2.022 mestiços, numa população total de 442.378.

 

Em 1973, os portugueses oriundos de Portugal - incluindo pessoal das Forças Armadas e familiares - eram quase 3.000. Os últimos dados disponíveis notam que, no final de 1974, estavam em Timor-Leste cerca de 2.500 homens e 500 mulheres portugueses, a maioria soldados, cabos e sargentos.

 

É também nessa altura que o Conselho de Ministros e o secretariado do Movimento das Forças Armadas nomeiam o que seria o último governador de Timor português, o tenente-coronel Mário Lemos Pires.

 

No seu livro, o governador nota que no último período, antes da retirada, estariam em Timor cerca de 5.000 portugueses, um número mais reduzido do que a comunidade portuguesa em Sydney, a maior cidade australiana.

 

com Lusa

publika husi sapotl às 15:03

23
Nov 15

No próximo dia 28 de Novembro, irá realizar-se, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, com o apoio do Instituto do Oriente, uma Conferência sobre os 500 Anos da Afirmação da Nova Identidade Timorense e 40º aniversário da Proclamação da Independência da RDTL.

 

Iha loron 28 Novembru oinmai, sei hala'o, iha Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, ho apoiu hosi Instituto do Oriente, Konferénsia ida kona-bá Tinan 500 hosi Afirmasaun Identidade Foun Timoroan nian no tinan 40 hosi Proklamasaun Independénsia RDTL nian.

 

publika husi sapotl às 15:55

Por António Sampaio, da Agência Lusa

Em outubro ou novembro de "1964 ou 65", não se lembra bem, José Serra, saiu do Fundão, deu a volta ao mundo e, mais ou menos um mês depois, chegou a Timor-Leste, de onde nunca mais saiu.

 

José Serra, o português que deu a volta ao mundo até Timor e nunca mais viajou. EPA@ António Sampaio

 Avô Serra, como é conhecido por aqui, completou 85 anos em outubro e é o decano português em Timor-Leste, com 50 anos de vida no território, alguns dos quais marcados por meses no mato a fugir à guerra civil timorense e, posteriormente, aos ataques indonésios.

Depois de fazer 15 mil quilómetros, desde a pequena aldeia de Joanas, Castelo Branco, José Serra nos últimos 50 anos praticamente não saiu do corredor de terra de 100 quilómetros entre Díli e a fronteira com a Indonésia, a ocidente.

"Cheguei a Timor dia 13 ou 14 de dezembro. Não tinha nada a ver com o Fundão. Eu estava em São Vicente da Beira, Joanas e já cá tinha um irmão. Ele vivia menos mal e como lá em Portugal também se vivia muito mal, vim", contou à Lusa.

O irmão, que no início o tinha recebido muito bem, começou a tratá-lo mal, pelo que decidiu 'independentizar-se', pedindo ajuda ao então governador, Alves Aldeia, para lhe arranjar algumas cabeças de gado para poder viver.

"Deu-me 200 canos para puxar a água, deu-me cinco contos para tratar o café e 25 cabeças de gado. Tive que ir buscar o gado a Díli. Demorei uma semana a pé para voltar", recorda.

"Com as 25 cabeças cheguei a ter 400. Estava todo contente. E então meteu-se a filha da mãe da guerra. Chegou 1974 e começaram os partidos. Em 1975 já não pude fugir", lamenta.

Até visitar Díli tem sido algo pouco comum para o 'avô', que prefere a tranquilidade do topo do monte em Vato Boro, um pequeno 'suco' de 10 aldeias a oito quilómetros da vila de Maubara, melhor medidos em 35 minutos de carro aos solavancos pela estrada, que outrora, ligava a capital à fronteira.

Em 1975 e nos anos seguintes chegou a pensar em fugir, escapando à guerra civil e depois à ocupação indonésia, mas não conseguiu: o território estava praticamente fechado.

Chegou a ter viagem marcada, passaporte pronto e sapatos comprados para ir lá já neste século, aproveitando o programa do Governo português, Portugal no Coração, que ajudava a que portugueses fora de Portugal há muito tempo fossem fazer uma viagem à terra natal. "Tive medo. Tive medo de não voltar", conta.

"Eu estou muito contente com a independência. Mas se eu ainda pudesse andar e andar, queria ir ainda a Portugal. Queria ir mesmo a Portugal. Todos me querem levar, mas eu digo: se for, já não volto, estou velho. E fico triste por deixar aqui todos os que ajudei a criar", admite.

Pode ter ajudado ao medo o infortúnio dos dois que em Timor-Leste beneficiaram do programa: um morreu em Portugal poucos dias depois de chegar, o outro morreu em Timor-Leste menos de um mês depois de regressar.

Até os sapatos correram mal: para um homem que há 50 anos que anda descalço ou de chinelos, os sapatos duraram umas dezenas de metros nos pés.

Hoje, apesar das melhorias dos últimos anos, continua a viver em condições pobres, o que não o impedem de ajudar os vizinhos que ali fizeram casa, à sua volta, mercê das vendas de fruta e animais que faz para o Hotel Timor em Díli. "Esta semana tive azar. O carro chegou lá baixo mas á entrada de Díli avariou", recorda.



Mas Serra parece pouco preocupado, recordando momentos mais difíceis e o rádio "filipe" que tinha enterrado na terra, e que mesmo sem antena deixava acompanha as notícias de Portugal.

"Mas eu sou português e nunca troquei a minha camisa por outra. Sou sempre português. E quem quer ser um bom português tem que vir para aqui. Porque aqui têm mais amizades aos portugueses, mais saudades", disse.

O seu gado ajudou a alimentar os soldados e o seu rádio serviu para dialogar com os indonésios que lhe diziam que ele era o embaixador de Portugal em Maubara.

"Ó senhores polícias e militares, não digam isso. Sou português, mas sou mais de Timor. Os embaixadores portugueses não andam assim descalços. Têm boa gravata, bom casaco e bons sapatos, não andam esfarrapados como eu", respondia.

"E ele dizia que eu lá tinha um rádio e eu dizia: tenho um rádio mas o senhor tem que me dar dinheiro para comprar a pilha, para eu ouvir Portugal. E eles pousavam as armas e bebiam café", conta.

com Lusa

publika husi sapotl às 10:49

05
Nov 15

Primeiru-ministru timoroan konsidera iha loron-kinta ne'e katak hanesan "la elegante" Portugal la haruka reprezentante ruma ba selebrasaun hosi tinan 500 bainhira navegadór portugés sira to'o iha Timor-Leste, nebe akontese iha fulan ne'e.

 


"Ami husu hela komprensaun hosi Estadu portugés tanba ne'e hanesan selebrasaun dia hosi enkontru entre sivilziasaun rua. Hanesan la elegante bainhira laiha reprezentante hosi Estadu portugés iha ne'e", hatete hosi Rui Maria de Araújo ba ajénsia Lusa.

Rui Maria de Araújo ko'ali ba Lusa hafoin prezidi tiha reuniaun hosi Komisaun Kordenasaun no Akompañamentu hosi Rejiaun Administrativu Espesiál Oecusse Ambeno, nebe hala'o iha zona Portu Mahata, iha Ponte Makasar, Oecusse.

Enkontru ne'e hala'o iha fulan ida antes Oecusse simu selebrasaun ba tinan 40 hosi proklamasaun unilaterál ba independénsia Timor-Leste nian no ba tinan 500 bainhira navegadór portugés sira to'o iha tasi-ibun Lifau, iha enklave ne'e.

Fonte diplomátiku portugés hatete ba Lusa katak, to'o agora daudaun, laiha konfirmasaun hosi sé maka sei reprezenta Portugal iha komemorasaun sira.

Visi-ministru hosi Ministériu Negósiu Estranjeiru Timor-Leste nian, Roberto Soares, hatete iha semana ne'e ba jornalista sira katak Prezidente Repúblika Portugal nian, Cavaco Silva, hatete ona katak labele partisipa, ho instabilidade polítika iha Governu sei halo susar atu haruka ema ruma hosi ezekutivu.

"Tuir nota formal ida nebe simu ona, Prezidente Repúblika portugés aprezenta ona nia deskulpa tanba labele partisipa iha eventu ne'e, tanba nia iha kompromisu sira seluk relasionadu ho interese hosi ema portugés sira nian rasik", hatete hosi Roberto Soares.

Selebrasaun sira inklui inaugurasaun hosi monumentu foun ida iha Lifau, hamutuk ho padraun nebe selebra portugés sira bainhira tama iha Timor-Leste, iha loron 18 Agostu 1515 no, iha azuleju sira iha rai hakerek fraze "aqui também é Portugal".

Prezidente saun-tomense, primeiru-ministru hosi Cabo Verde no prínsipe hosi Mónako konfirma ona katak sira sei marka prezensa iha selebrasaun sira, nebe previstu ba loron 27 no 28 Novembru no sei hala'o iha Lifau no iha Ponte Makasar, kapitál enklave nian.

Rejiaun rejista movimentu ida nebe nunka akontese antes ho obra sira nebe sei iha folin dolár millaun sanulu resin, inklui sentrál elétriku foun ida, estrada sira, ponte sira, hotel foun ida no klínika médiku no infraestrutura sira seluk.

A região regista um movimento sem precedentes com obras avaliadas em dezenas de milhões de dólares a decorrer, incluindo uma nova central elétrica, estradas, pontes, um novo hotel e clínica médica e outras infraestruturas.

Alojamentu alternativu, inklui hotel pré-fabrikadu ida, prepara daudaun hodi simu konvidadu sira importante liu, ho sira seluk sei fahe hosi hotel sira, pensaun sira, uma sira Estadu nian no uma partikulár sira iha Ponte Makasar.

ho Lusa

publika husi sapotl às 14:05

O primeiro-ministro timorense considerou hoje que seria "deselegante" Portugal não enviar qualquer representante para as celebrações do 500.º aniversário da chegada dos navegadores portugueses a Timor-Leste, que decorrem este mês.

 


"Estamos a tentar pedir a compreensão do Estado português para o facto de isto ser uma celebração de encontro de duas civilizações. Seria deselegante não estar aqui um representante do Estado português", disse Rui Maria de Araújo à agência Lusa.

Rui Maria de Araújo falava à Lusa depois de presidir à reunião da Comissão de Coordenação e Acompanhamento da Região Administrativa Especial de Oecusse Ambeno, que decorre na zona de Porto Mahata, em Ponte Macassar, Oecusse.

O encontro ocorre menos de um mês antes de Oecusse acolher as celebrações do 40.º aniversário da proclamação unilateral da independência de Timor-Leste e dos 500 anos da chegada de navegadores portugueses à praia de Lifau, neste enclave.

Fonte diplomática portuguesa disse à Lusa que, até ao momento, não há ainda confirmação de quem representará Portugal nas comemorações.

O vice-ministro do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste, Roberto Soares, disse esta semana aos jornalistas que o Presidente da República de Portugal, Cavaco Silva, informou não poder participar, com a instabilidade política em torno ao Governo a dificultar o envio de alguém do executivo.

"De acordo com uma nota formal que foi recebida, o Presidente da República português já apresentou as suas enormes desculpas por não poder participar neste evento, porque ele tem outros compromissos relacionados com os interesses próprios dos portugueses", disse Roberto Soares.

As celebrações incluem a inauguração de um novo monumento em Lifau, ao lado do padrão que assinala a chegada dos portugueses a Timor-Leste a 18 de agosto de 1515 e que, outrora tinha escrita, em azulejos no chão, a frase "aqui também é Portugal".

O Presidente são-tomense, o primeiro-ministro cabo-verdiano e o príncipe do Mónaco confirmaram já que vão estar presentes nas celebrações, previstas para 27 e 28 de novembro e que decorrem em Lifau e em Ponte Macassar, a capital do enclave.

A região regista um movimento sem precedentes com obras avaliadas em dezenas de milhões de dólares a decorrer, incluindo uma nova central elétrica, estradas, pontes, um novo hotel e clínica médica e outras infraestruturas.

"Temos que ser realistas. Vamos ter de receber os nossos visitantes e dignatários na base das condições que nós temos mas sempre com a dignidade que esses visitantes merecem", explicou.

Alojamento alternativo, incluindo um hotel pré-fabricado, está a ser preparado para acolher os convidados mais importantes, com os restantes a serem divididos pelos hotéis, pensões, casas do Estado e casas particulares em Ponte Macassar.

com Lusa

publika husi sapotl às 13:42

29
Out 15

Programa naruk ida, ho atividade sanuluk resin, selebra iha fatin oioin iha Timor-Leste nian ba tinan 500 entrada hosi portugés sira nian, afirmasaun hosi identidade timoroan no tinan 40 ba deklarasaun unilaterál independénsia nian.


 

Informasaun dahuluk nebe loos hosi programa fó ba Lusa, iha loron-kinta ne'e, hosi ministru Estadu, Kordenadór hosi Asuntu sira Administrasaun Estadu no Justisa nian no ministru Administrasaun Estatál timoroan nian, Dionísio Babo.

 

Organziasaun finál, liuliu momentu importante, nebe previstu ba loron 28 Novembru, sei defini iha reuniaun sira Governu nian nebe marka ba loron 05 no 06 Novembru iha Oecusse, enklave nebe hanesan fatin dahuluk kontaktu nian entre sivilizasaun portugés ho timoroan.

 

Serimónia ofisiál sira sei transmiti iha diretu hosi televizaun timoroan, RTTL, nebe hahú loron 01 fulan-Novembru transmiti dokumentáriu sira no programa sira seluk kona-bá istória nasaun nian.

 

Governu fó dolár millaun 3,76 ba selebrasaun sira: millaun 1,5 ba Rejiaun Autónomu Espesiál Oecusse Ambeno (RAEOA), millaun 1,8 ba organizadór sira iha nível nasionál no asaun sira seluk iha munisípiu tomak iha nasaun ne'e.

 

Munisípiu ida-idak halo atividade desportivu no serimónia relijiozu sira no protokolár sira iha loron 27 no 28 Novembru, ho Díli iha programa naruk ida nebe inklui feira ida artezanatu no gastronomia nian (20 to'o 19 Novembru).

 

Espozisaun ida relasionadu ho kultura portugeza no timoroan, espetákulu multimédia, feira ida livru nian, konsertu múzika sira, teatru ho palestra sira kona-bá istória hosi kolonizasaun no kona-bá rezisténsia hasoru okupasaun indonéziu sei halo mós.

 

Inisiativu dahuluk ida nebe relasionadu ho komemorasaun sira hala'o ona iha loron-kinta ne'e iha Díli, nebe pianista portugés Júlio Resende no duo franko-japunés Ykeda halo konsertu gratuitu ida, nebe promove hosi Embaixada Portugal no Institutu Francês.

 

Programa hosi Díli iha mós debate estudante sira nian, kompetisaun siklizmu no motokross, la'o no "rituál ida hodi agradese ba bei-ala sira" tanba hetan independénsia.

 

Iha Oecusse, atividade sira hahú iha loron 16 fulan-Novembru ho programa relijiozu oioin no inklui festivál ida sinema ho lian portugés no teatru marioneta sira nian (entre loron 25 no 27 fulan-Novembru), feira ida artezanatu nian no debate ho semináriu oioin. Kompetisaun desportu oioin, jogu fronteira sira nian no konkursu ba serbisu eskola sira nian hanesan atividade sira seluk nebe sei hala'o.

 

Serimónia ofisiál sira hahú iha loron 27 fulan-Novembru ho inaugurasaun ba monumentu foun iha Lifau hodi hanoin entrada hosi portugés sira iha illa Timór nian no bankete nasionál ida nebe oferese hosi Prezidente Repúblika.

 

Loron 28 hahú ho serimónia hasa'e bandeira nasionál maibé hahú ho minutu ida silénsiu nian, hosi diskursu no leitu ba testu proklamasaun independénsia loron 28 Novembru 1975, nebe iha tempu ne'ebá halo iha Palásiu Governu nia oin, iha Díli.

 

Iha momentu ne'ebá, Francisco Xavier do Amaral, nebe hanesan Prezidente Repúblika, deklara iha loron 28 Novembru 1975, tuku 00:00, deklarasaun tuirmai ne'e: "Kaer aspirasaun aas hosi povu Timor-Leste nian no hodi rai sira nia direitu lejítimu no interese sira hanesan nasaun soberanu, Komité Sentrál hosi Frente Revolucionária de Timor-Leste Independente (Fretilin) dekreta no ha'u proklama, unilateralmente, independénsia hosi Timor-Leste, nebe sai hanesan, hahú tuku 00:00, Repúblika Demokrátika Timor-Leste, antikolonialista no anti-imperialista".

 

Nia hakotu ho "Viva Repúblika Demokrátika Timor-Leste. Viva povu Timor-Leste livre no independente. Viva Fretilin".

 

ho Lusa

publika husi sapotl às 12:27

Um extenso programa, com dezenas de atividades, assinala em vários pontos de Timor-Leste os 500 anos da chegada dos portugueses ao país, a afirmação da identidade timorense e o 40.º aniversário da declaração unilateral da independência.



Os primeiros dados concretos do programa foram hoje disponibilizados à Lusa pelo ministro de Estado, Coordenador dos Assuntos da Administração do Estado e da Justiça e ministro da Administração Estatal timorense, Dionísio Babo.

 

A organização final, especialmente o ponto alto, previsto para 28 de novembro, deverá ser definida em reuniões do Governo marcadas para os próximos dias 05 e 06 de novembro em Oecusse, o enclave onde primeiro contactaram as civilizações portuguesa e timorense.

 

Todas as cerimónias oficiais serão transmitidas em direto pela televisão timorense, RTTL, que começa a 01 de novembro a transmitir documentários e outros programas sobre a história do país.

 

O Governo destinou 3,76 milhões de dólares para as celebrações: 1,5 milhões para a Região Autónoma Especial de Oecusse Ambeno (RAEOA), 1,8 milhões para as organizações a nível nacional e o restante para ações em todos os municípios do país.

 

Cada município acolhe atividades desportivas e cerimónias religiosas e protocolares a 27 e 28 de novembro, com Díli a ter um extenso programa, que inclui uma feira de artesanato e gastronomia (20 a 29 de novembro).

 

Uma exposição alusiva às culturas portuguesa e timorense, espetáculos multimédia, uma feira do livro, concertos musicais, teatro e palestras sobre a história da colonização e sobre a resistência à ocupação indonésia estão igualmente previstos.

 

Uma das primeiras iniciativas associadas às comemorações decorre já hoje em Díli, onde o pianista português Júlio Resende e o duo franco-japonês Ykeda realizam um concerto gratuito, promovido pela Embaixada de Portugal e o Instituto Francês.

 

O programa de Díli prevê ainda debates estudantis, competições de ciclismo e motocross, caminhadas e um "ritual de agradecimento aos antepassados" pela conquista da independência.

 

Em Oecusse, as atividades começam no dia 16 com vários programas religiosos e incluem um festival de cinema de língua portuguesa e teatro de marionetas (entre 25 e 27 de novembro), uma feira de artesanato e vários debates e seminários. Várias competições desportivas, jogos fronteiriços e concursos de trabalhos escolares são outras das atividades previstas.

 

As cerimónias oficiais começam a 27 de novembro com a inauguração do novo monumento que em Lifau assinala a chegada dos portugueses à ilha de Timor e um banquete nacional oferecido pelo Presidente da República.

 

O dia 28 arranca com a cerimónia do içar da bandeira nacional antes de um minuto de silêncio, dos discursos e da leitura do texto da proclamação da independência de 28 de novembro de 1975, feita em frente ao Palácio do Governo, em Díli.

 

"Encarnando a aspiração suprema do povo de Timor-Leste e para salvaguarda dos seus mais legítimos direitos e interesses como nação soberana, o Comité Central da Frente Revolucionária de Timor-Leste Independente (Fretilin) decreta e eu proclamo, unilateralmente, a independência de Timor-Leste, que passa a ser, a partir das 00:00 de hoje a República Democrática de Timor-Leste, anticolonialista e anti-imperialista", declarou às 00:00 do dia 28 de novembro de 1975 o então Presidente da República, Francisco Xavier do Amaral.

 

"Viva a República Democrática de Timor-Leste. Viva o povo de Timor-Leste livre e independente. Viva a Fretilin", concluiu.

 

com Lusa

publika husi sapotl às 11:47

28
Out 15

CTT lansa iha loron-kuarta ne'e emisaun selu sira nebe asinala tinan 500 portugés sira to'o iha Timor-Leste, hodi rekupera imajen sira hosi povu timoroan nian iha tempu ne'ebá, fó sai hosi Correios de Portugal iha loron-kuarta ne'e.

 

 

Tuir komunikadu hosi CTT, "emisaun ne'e kompostu hosi selu rua no bloku filatéliku ida. Selu ida ho folin fasiál séntimu 0,80 no sei hasai ezemplár hamutuk 115.000; no selu seluk ho folin fasiál euro ida no sei hasai ezemplár hamutuk 165.000. Bloku filatéliku iha folin euro 2,50 no sei hasai ezemplár hamutuk 40.000.

 

Tuir komunikadu, selu ida hosi emisaun ne'e, nebe hanaran "Portugal e Timor-Leste - 500 Anos", "hatudu mai ita pormenór ida ho dezeñu hosi kosta norte Illa Solor nian".

 

"Illa ki'ik ne'e, nebe iha metade daruak hosi sékulu XVI hetan okupasaun hosi misionáriu dominikanu sira, nebe serve hanesan baze ba atividade emprendidu sira iha Timór. Importánsia hosi illa ne'e ba portugés sira nia interese iha rejiaun hakerek iha karta sasin hosi Fernão Vaz Dourado, iha tinan 1576", hakerek iha nota ne'e.

 

Tuir komunikadu hosi CTT, "Casa de Lantau aprezenta iha selu ida seluk, uma ida importante tebes iha kultura timoroan nian nebe nakonu ho simbolizmu oioin". Bloku filatéliku, tuir CTT, "hatudu miniatura ida hosi uma timoroan, halo hosi nu'u tahan, imajen ida hosi Kolesaun Museu Nacional de Etnologia nian”.

 

"Entre tinan 1512 no 1513, pilotu Francisco Rodrigues, sai hanesan portugés dahuluk nebe halo karta jeográfiku ba illa hodi identifika hanesan "illa Timór nebe moris ai-kameli", informasaun riku ida kona-bá illa no kona-bá ai ida nebe importante tebes iha tráfiku komersiál, nebe apresiadu tebes iha Xina no Índia", hakerek iha dokumentu ne'e.

 

"Interese iha komérsiu hosi ai-kameli halo portugés sira hahú frekuenta ho dalan organizadu, hahú iha tinan 1515, iha illa Timór", hakerek iha nota ne'e.

Obliterasaun sira hosi loron dahuluk sei halo iha loja sira CTT nian iha Restauradores (Lisboa), Município (iha Porto), Zarco (Funchal), no Antero de Quental (Ponta Delgada), haktuir iha komunikadu.

 

ho Lusa

publika husi sapotl às 10:52

Os CTT lançam na quarta-feira uma emissão filatélica que assinala os 500 anos da chegada dos portugueses a Timor-Leste, recuperando imagens do modo de vida do povo timorense naquela altura, divulgaram hoje os Correios de Portugal.

 

 

Segundo o comunicado dos CTT, “esta emissão é composta por dois selos e um bloco filatélico. Um selo com o valor facial de 0,80 cêntimos e uma tiragem de 115.000 exemplares; e outro selo com o valor facial de um euro e uma tiragem de 165.000 exemplares. O bloco filatélico tem o valor de 2,50 euros e uma tiragem de 40.000 exemplares”.

 

De acordo com o comunicado, um dos selos dessa emissão, designada por "Portugal e Timor-Leste - 500 Anos", “mostra-nos um pormenor em desenho da costa norte da Ilha de Solor”.

 

“Esta pequena ilha, que na segunda metade do século XVI foi ocupada sobretudo por missionários dominicanos, serviu de base às atividades empreendidas em Timor. A importância desta ilha para os interesses portugueses na região encontra-se testemunhada na carta de Fernão Vaz Dourado, datada de 1576”, sublinhou a nota.

 

De acordo com o comunicado dos CTT, “a Casa de Lantau é apresentada noutro selo, uma casa muito importante na cultura timorense que carrega consigo diversos simbolismos”.

 

O bloco filatélico, segundo os CTT, “mostra uma miniatura de casa timorense, feita em tiras de palma, uma imagem da Coleção do Museu Nacional de Etnologia”.

 

"Entre 1512 e 1513, o piloto Francisco Rodrigues, foi o primeiro português a cartografar a ilha tendo-a identificado como 'a ilha de Timor onde nasce o sândalo', uma informação preciosa sobre a ilha e sobre esta madeira tão importante no tráfico comercial, muito apreciada na China e na Índia", lê-se no documento.

 

“O interesse no comércio de sândalo fez com que os portugueses começassem a frequentar de forma organizada, a partir de 1515, a ilha de Timor”, sublinha a nota.

 

As obliterações de primeiro dia serão feitas nas lojas dos CTT dos Restauradores (Lisboa), Município (Porto), Zarco (Funchal), e Antero de Quental (Ponta Delgada), de acordo com o comunicado.

 

com Lusa

publika husi sapotl às 10:32

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