da chegada das caravelas

07
Out 15

 

 

A historiografia, política ou literária, colhe muitas vezes utilidade em ser feita por autores que não se assumem como historiadores. É o que nos revela este livro de Ximenes Belo sobre a historiografia da igreja em Timor, de 1515 a 1940, uma reflexão delicada sobre as ambiguidades dos agentes históricos e dos seus narradores, uma viagem por um espaço linguístico, uma homenagem à cultura, feita também ela de pensamentos, palavras, atos e omissões.

 

Maria Luísa Malato 

Fonte: Revista Pontes de Vista 

publika husi sapotl às 11:19

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